O ritual é diário e pontual. Assim que os últimos raios de sol se escondem, as galinhas, garnisés, galos e até os ‘‘franguinhos adolescentes’’ que vivem nas praças de Londrina deixam a ciscação de lado e procuram o melhor lugar para encararem a noite. O pessoal da praça também se agita. É hora de instalar a escada móvel para as ‘‘penosas’’ conseguirem chegar mais facilmente até a copa das árvores. De pulinho em pulinho, elas escalam os degraus e se acomodam, bem pertinho uma das outras para escaparem do frio do inverno. Lá no alto, camufladas pelas folhas, elas passam a noite protegidas dos seus predadores. (Luciano Augusto)

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