Londrina - Ana Flávia de Souza, 8 anos, sempre chegava em casa da escola com a mesma queixa: dor de cabeça e olho irritado. A mãe, a empregada doméstica Maria Aparecida de Souza, nunca desconfiou de problema de visão. "Era sempre a mesma coisa. Então ela começou a reclamar de visão embaçada", diz.
A mãe conta que nunca tinha pensado em levar a menina para uma consulta com um oftalmologista. Até que o Hoftalon passou no Centro de Educação Infantil (CEI) Boa Esperança, onde ela estuda pela manhã, e fez uma triagem nos alunos. "Então o médico já disse que ela precisava de óculos, e encaminhou para exames." Usando óculos há duas semanas, as queixas acabaram, segundo a mãe. "Ela está mais tranquila. Nunca mais reclamou disso."
Dor de cabeça constante era a mesma reclamação do pequeno Antony Gabriel Batista Oliveira, de 4 anos. "Eu nem desconfiava de problema de visão", conta a mãe, Larissia Batista. Sendo tão pequeno, a mãe chegou a achar que ele queria chamar a atenção dela. "Nem desconfiava que uma criança pequena assim precisasse de óculos. Mas depois de quase um mês de uso, ele nunca mais reclamou de dor de cabeça", garante. (P.B.O.)

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