Os 15 alqueires vendidos pela família Kernkamp passaram a compor uma área maior, de 25 alqueires, reservada a condomínios, informa o corretor José Ricardo Martins. No valor total de R$ 16,7 milhões, financiado pela Caixa e administrado pela Rodobens-Marajó, o condomínio ''Terra Nova Londrina'' tem a conclusão prevista para fevereiro próximo e já estão vendidos 95% das 334 residências, cujo valor unitário evoluiu de R$ 112 mil para R$ 136 mil desde o início do ano, quando houve o lançamento, segundo Martins.
O público-alvo está na faixa de renda mensal entre R$ 1,6 mil e R$ 4 mil, e o segundo condomínio a ser construído na área, ''Moradas'', já está com 81% vendidos.
Há proprietários rurais já presumindo uma excepcional evolução do preço do alqueire, talvez 40% acima da média obtida para áreas da melhor qualidade em outras regiões, conforme o conhecimento do corretor.
Um atento investidor, proprietário nas cercanias do Heimtal, menciona oferta de R$ 400 mil por uma chácara de 40 mil metros quadrados e lembra que o norte do município tem a maior extensão apropriada à urbanização, pouco ondulada e que se interliga a áreas semelhantes em Bela Vista do Paraíso.
Já ao Sul, o limite foi atingido pelos condomínios, pois adiante do Patrimônio Regina a topografia é ''quebrada'', observa. Do seu ponto de vista, nenhuma região é mais atrativa no momento em comparação à que se compõe das glebas entre Heimtal e Warta. Para o futuro, ele acha que será a Zona Leste, pela infraestrutura que começa a receber. (W.S.)

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