Os dois últimos presos que lideraram a rebelião na PCE só devem ser transferidos na próxima semana. Até o final da manhã de ontem, Arlei Zucolotto e João Wilson Rodrigues permaneciam recolhidos no Centro de Observação e Triagem (COT) do Presídio do Ahú, em Curitiba. Eles deveriam ser transferidos na sexta-feira. Por problemas de documentação e transporte, a viagem teve que ser adiada para ontem, mas as dificuldades burocráticas continuaram. Zucolotto e Rodrigues vão ser recambiados para presídios de Cuiabá (MT), onde já se encontram outros líderes do motim.
Na sexta-feira, cinco presos trazidos de Cuiabá chegaram no aeroporto do Bacacheri, em Curitiba. Eles são considerados detentos de alta periculosidade e foram condenados por crimes de roubo e homicídio. A permuta fez parte do acordo com os governos do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia para garantir a transferência dos líderes do motim. Outros 11 presos devem chegar a Curitiba na terça-feira.
Cadeia Membros da Pastoral Cacerária da Arquidiocese de Londrina visitaram ontem as obras da Cadeia Pública de Londrina. Segundo Maria Tereza de Souza, coordenadora da Pastoral, o objetivo da visita foi verificar o andamento da obra e detectar possíveis irregularidades. ‘‘Dificilmente a Cadeia ficará pronta até fevereiro como foi prometido’’, constatou. Ela disse ainda que a comitiva detectou falhas, como banheiros muito pequenos e com janelas voltadas para o corredor. Segundo ela, a Pastoral deve entrar em contato com Secretaria da Justiça para tentar agilizar a construção da obra. (Colaborou Celso Mattos) .

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