Doenças do aparelho circulatório são as principais causas
O predomínio de mortes por doenças do aparelho circulatório, câncer e as causas externas (acidentes de trânsito, homicídios e outras mortes não naturais), que compõem o perfil de mortalidade do londrinense, segundo o Núcleo de Informações em Mortalidade (NIM), é semelhante a outros países do mundo. A responsável pela Diretoria de Informações em Saúde, Maria Luiza Iwakura, destaca que o estresse, a vida sedentária, alimentação inadequada, bebidas alcóolicas e cigarros estão entre os agentes motivadores desses óbitos.
No ano passado, as doenças do aparelho circulatório fizeram 828 vítimas. Os derrames foram responsáveis por 41,1% dessas mortes, representando ainda 13,2% do total de óbitos ocorridos em Londrina. As doenças isquêmicas do coração, como o infarto, vêm em seguida com 125 casos registrados. Maria Luiza mostra ainda que as doenças de hipertensão arterial (pressão alta) ocuparam o terceiro lugar. A pressão alta é também um fator de risco para os derrames e as isquemias do coração.
Já as neoplasias (câncer) variam as ocorrências entre homens e mulheres. No ano passado, o câncer de pulmão (incluindo traquéia e brônquios) ocorreu com mais frequência nos homens, seguido pelo câncer de estômago e próstata. Nas mulheres, o câncer de mama ainda é a principal causa de morte, seguido pelo colo de útero. Em terceiro lugar há uma variação entre câncer de estômago e pulmão. Os acidentes de trânsito continuam registrando o maior número de mortes entre as causas externas. (C.G.)





