Doença pode se agravar, alerta oftalmologista
O médico-oftalmologista Francisco Campiollo, de Londrina, adverte para a origem desconhecida dos óculos comercializados em camelódromos. O paciente corre o risco, segundo ele, de utilizar um produto que não é o indicado para a sua doença oftalmológica, podendo agravar ainda mais o seu problema.
Quanto à venda destes produtos em estabelecimentos não especializados, como nos camelódromos, ele acredita ser ''uma atividade ilegal''. Daí a importância de o paciente procurar um especialista para um diagnóstico preciso e submeter a confecção do seu óculos a uma ótica especializada.
Ter em casa um aparelho para medição da pressão arterial (esfignomamômetro) não seria um grande problema, atesta o médico-cardiologista Luiz Carlos Miguita, desde que o paciente se submeta à orientação médica. Caso contrário, há o risco de uma interpretação errada do diagnóstico e o paciente partir para uma automedicação ou não, colocando em risco a sua própria saúde. Neste caso estaria sujeito a complicações graves, como infarto do miocárdio, derrames e lesões renais irreversíveis.
O mesmo vale, segundo Miguita, para as aferições feitas em farmácias, muitas vezes realizadas por pessoas não habilitadas para isso. ''A rede pública também poderia promover uma campanha mais efetiva e permanente contra a hipertensão, garantindo um acesso mais simples dos pacientes aos postos de saúde para medição e acompanhamento'', analisa Miguita.





