Doença exige cuidados constantes
Doença
exige cuidados
constantes
Leontina Bini Mion, 84 anos, descobriu há nove que tem osteoporose, depois de ter uma fratura espontânea na bacia. Ou seja, os ossos já estavam tão fracos que simplesmente romperam-se sem ter havido nenhuma queda. Depois disso, ela teve outra fratura espontânea em um osso do pescoço. Consequência da primeira fratura, hoje ela caminha com a ajuda de uma bengala.
Leontina era uma típica candidata a desenvolver a osteoporose: é branca, já passou da menopausa e nunca se preocupou em ter uma dieta rica em cálcio, tomar sol ou fazer exercícios. Suas duas filhas já fizeram o exame de densiometria (para medir a densidade dos ossos e quantidade de cálcio) e verificou-se que ambas têm osteoporose, embora em estágio inicial.
Apesar da baixa incidência sobre o sexo masculino, Aresky de Almeida Godoy, de 78 anos, descobriu há dois anos que também têm densiometria depois de fazer um exame. Ele não teve nenhuma fratura, mas está se cuidando principalmente na alimentação e fazendo exercícios. Eu não comia queijo, hoje como, tomo leite, iogurte e caminho no Barigui, diz. (M.G.)





