'' Ainda nem comprei mamadeira'' revela a agente de saúde, Kátia da Silva Borges, 25 anos. A pequena Gabryely nasceu no dia 2 de julho e até agora só sentiu o gosto do leite da mãe.
A cada três horas é o mesmo ritual: Gabryely chora e lá vai Kátia alimentar a filhinha. '' Acredito que vale a pena amamentar. Ela está se desenvolvendo bem e com saúde,'' avalia. Segundo Kátia, a menina que está com mais de 5 quilos e 200 gramas deveria ter engordado 600 gramas, entretanto aumentou o dobro disso.
Kátia declara que tem a intenção de amamentar a filha até ela completar seis meses. Depois que a licença gestante acabar, ela vai retirar o leite e deixar para que a menina seja alimentada com ajuda da mamadeira. Enquanto o pequena Gabryely não consegue sugar todo o leite da mãe, Kátia tira e armazena o que sobra. Os potes são recolhidos pelo Banco de Leite do Hospital Universitário. '' Ao invés de jogar fora, ajudo os outros com o meu leite,'' ressalta. As mães interessadas em colaborar com o Banco de Leite podem telefonar para o (43) 3371-2390. O Banco explica como proceder na hora da coleta e passa recolhendo o que foi guardado pelas mães.

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