Londrina - As crianças atendidas pelo projeto Primeiros Olhares são submetidas a um circuito de exames. Primeiramente, elas se deparam com uma tabela Snellen tradicional, um diagrama para avaliar a acuidade visual. Trata-se de um diagrama fixado na parede em que o médico pergunta para qual direção a letra E está virada. Há uma variante desse exame, pelo qual os médicos gesticulam com as mãos e pedem para que o paciente reproduza o gesto e vão se afastando gradativamente.
Depois, as crianças são examinadas por um aparelho chamado bio microscópio, em que o médico observa a estrutura do olho e das pálpebras, analisando as córneas, o cristalino e a íris.
As crianças entre 0 e 2 anos de idade passam pelo chamado Teste do Olhinho, pelo qual é feito um teste de reflexo vermelho com um aparelho chamado Skeppens para ver se há alguma alteração no fundo do olho. Segundo as médicas Fabiana Nishitani e Lívia Brum, caso a luz refletida seja branca ou com manchas, serão necessários mais exames para saber o que está provocando isso. Caso não seja diagnosticado a tempo, pode haver complicações.
O último exame é realizado com um aparelho denominado refrator, que identifica automaticamente o grau de refração. (V.O.)

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