Curitiba A ponte foi reaberta no dia 31 de março deste ano, depois de quatro adiamentos na conclusão das obras. O primeiro prazo para as obras, de caráter emergencial, expirou em junho de 2005. Uma nova previsão foi feita para janeiro, depois adiada fevereiro e, finalmente, para final de março. A nova ponte foi feita com 120 metros de extensão, 40 metros a mais que a antiga, para permitir que a estrutura acabasse em terra firme.
Para a primeira emergência, foram contratadas as empresas Construtora Gaspar Ltda. e Tecnosolo-Engenharia e Tecnologia de Solos e Materiais S.A., que
receberam R$ 4,096 milhões para executar obras emergenciais de recuperação estrutural e contenção de aterro: e a empresa Conspel-Consultoria e Projetos de Engenharia, com contrato de R$ 2,510 milhões por serviços de controle e operação de balanças colocadas no sentido São Paulo para impedir o tráfego de veículos pesados pela ponte.
A empresa Gaspar voltou a ser contratada nas segunda e terceira emergências, recebendo R$ 5.884 milhões para executar serviços de contenção do solo, reforço e recomposição de um pilar; e R$ 10 milhões, no terceiro contrato, por serviços emergenciais de reconstrução dos vãos da ponte. Por último, o Dnit fez mais um contrato emergencial para realizar obras na outra ponte.
Segundo o Dnit, a situação de emergência para essa ponte foi decretada porque desde a queda da outra ponte ela operou com sobrecarga, recebendo um trânsito diário de 30 mil veículos. Com o excesso de movimento, uma das juntas se abriu. Também foi preciso reforçar o sistema de apoio das lajes. (M.G.)

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