O Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER) espera concluir até o final de novembro a operação ‘‘tapa-buraco’’ em 967 quilômetros de rodovias federais que atravessam o Paraná. Cerca de 900 homens trabalham na obra, concentrada em 18 trechos considerados críticos e orçada em R$ 3,6 milhões. Segundo o diretor regional do DNER, João Alberto Sautchuk, o serviço inclui drenagem de valetas e bueiros, além de nova sinalização. De acordo com ele, já estão concluídos 20% da obra.
‘‘Uma camada fina de asfalto está sendo colocada nesses segmentos críticos para evitar a formação de ‘panelas’ nas estradas com pavimentação trincada’’, diz Sautchuk, numa referência aos buracos. ‘‘A nova sinalização da BR-373, entre Marmeleiro e Barracão, na região Sudoeste, foi entregue há alguns dias’’, disse o diretor regional do DNER.
O trecho que deve consumir a maior parte dos recursos fica na BR-163, entre Marechal Cândido Rondon e Guaíra, na região Oeste. Ali, onde as condições da pista são precárias e prejudicam o tráfego, a previsão é investir R$ 500 mil. ‘‘Vamos intensificar o ritmo de trabalho naquele segmento da estrada para que ela possa ser utilizada em melhor estado durante os Jogos Mundiais da Natureza, que começam no final do mês, em Foz do Iguaçu’’, anuncia Sautchuk.
Outro segmento crítico é o da BR-277, entre Curitiba e Paranaguá. Pelo menos 84 quilômetros da estrada vão ser atendidos pela operação ‘‘tapa-buraco’’, um serviço com custo estimado em R$ 465 mil. O terceiro trecho com recuperação mais cara fica na BR-376, de Ponta Grossa a Apucarana, onde vai ser preciso investir R$ 370 mil para melhorar as condições de tráfego ao longo de 144 quilômetros.

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