Londrina - A presença do airbag, dos encostos de cabeça nos bancos traseiros e dianteiros e as condições para instalar com segurança a cadeira infantil utilizada pelo filho de três anos foram os fatores que determinaram a decisão do professor Érico Minoru Ohashi pela compra de um modelo de carro com todos esses dispostivos.
Há muitos anos, um parente de Ohashi faleceu após bater a cabeça no volante. "Por isso, a presença de equipamentos de segurança é sempre considerada pela família na hora de comprar um novo carro", contou ele, que transporta o filho na cadeirinha mesmo em distâncias curtas. "Outra dica importante é comprar apenas cadeiras certificadas pelo Inmetro", diz.
O segurança Diego Domingos Paste já sofreu na pele as consequências da ausência do airbag no automóvel. Ele acidentou-se quando dirigia e, por causa do impacto da batida, acabou quebrando o volante no choque contra o tórax. "Fiquei mais de seis meses sentindo dores no peito. Se tivesse airbag, a dor teria sido evitada", considerou ele.
Paste afirmou que, por causa da experiência, fará quastão do equipamento de segurança quando conseguir comprar um carro zero.
Trânsito pesado

Proprietária de um automóvel sem airbag, a administradora Lucilene Caminoto Favaro aprovou a nova lei que torna o equipamento obrigatório e tem planos de, no futuro, adquirir um modelo com airbag. "É uma forma de aumentar a segurança. Nunca sofri um acidente de trânsito, mas, com o crescimento no número de carros que circulam na cidade, todos estão sujeitos."(C.A.)

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