Diretoria tenta viabilizar recursos
De acordo com o diretor de Urgência e Emergência da secretaria estadual de Saúde (Sesa), Vinícius Filipak, o Plano Estadual de Saúde já prevê o uso da telemedicina no sistema público, em especial na atenção a doenças cardiológicas. A telemedicina, segundo ele, será aplicada no Paraná em duas vertentes. Em um primeiro momento, será implantada no suporte de segunda opinião ao atendimento primário do Programa Saúde da Família (PSF) e das Unidades Básicas de Saúde. Numa segunda etapa, a telemedicina irá atuar no setor de urgência e emergência. A primeira fase já está sendo implantada através do programa do Ministério da Saúde, o Telessaúde.
''A telemedicina é um recurso tecnológico que supera a distância de médicos especialistas para atender a demanda de locais que não têm o expertise cardiológico, que então podem contar com orientação técnica e confirmação de diagnóstico'', explica Filipak.
Ele afirma que os recursos provenientes do MS para a implantação do Telessaúde já ofereceriam as condições básicas e o ambiente tecnológico para que fosse implantada a segunda fase do projeto, da gestão da telemedicina na urgência e emergência. Mas para a implantação efetiva seriam necessários mais recursos, que estão sendo discutidos junto ao Estado. A diretoria está em fase de formatação da proposta técnica para viabilizar os recursos orçamentários do projeto, informa o diretor, que deverá ser concluído até 2013.(M.F.C.)





