Todos os poderes concedidos ao Procon, por meio de decreto, não vão alterar a conduta de atendimento do órgão em Londrina. ‘‘Não vamos fazer terrorismo. Vamos continuar agindo com bom senso, fundamental para o funcionamento do órgão’’, disse a diretora executiva e advogada do Procon local, Sheila Maria Mendes de Ângelo.
À frente também da Sunab, Sheila de Ângelo é chefe de fiscalização do órgão, e ressalta: ‘‘Todo poder de polícia será apenas acionado em último caso’’. Na opinião da advogada, os bons fornecedores devem se sentir tranquilos diante da situação. ‘‘Somente os maus, aqueles que não valorizam o cliente, que querem tirar vantagens, enganando o consumidor, devem se preocupar’’.
O Procon, segundo informa a diretora, presta uma média diária de 150 consultas, pessoalmente e por telefone. O prédio é alugado pela Prefeitura. Um funcionário e 15 estagiários, que atuam através de convênio com a Universidade Estadual de Londrina, também são remunerados pela administração municipal.

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