O chefe do Instituto Médico Legal (IML), Antonio Carlos de Queiroz, contesta as informações publicadas pela Folha, no dia 30 de junho, em matéria com o título ‘‘Entidades buscam alternativas para ajudar o IML’’. Segundo Queiroz, a afirmação de que o instituto está cobrando taxa das funerárias da região para realizar seus trabalhos não é verdadeira. ‘‘O IML nunca cobrou taxa alguma das funerárias. Recebeu sim, contribuições, depois de ter firmado convênio de cooperação entre estas empresas’’.
Com relação à informação de que ‘‘o diretor foi cobrado pelo Conselho Comunitário de Segurança para que prestasse contas do que foi arrecadado das funerárias e o que foi pago pelo IML’’, Queiroz afirma: ‘‘Obedecendo rigorosamente os termos estabelecidos no convênio citado, o IML faz mensalmente a prestação de contas dos recursos administrados e repassados pelo Conselho, sem necessidade de qualquer cobrança pública’’.

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