Por telefone, o diretor da Unidade Social Oficial de Internação de Londrina (Usoil), Tito Valle, declarou que não estava autorizado a comentar a situação do educandário. Segundo ele, apenas o diretor-presidente do Instituto de Ação Social do Paraná (Iasp), José Wilson de Souza, poderia falar sobre o assunto. Valle não confirmou nem desmentiu sua demissão.
Como foi feriado ontem em Curitiba e as repartições públicas não tiveram expediente, a Folha tentou falar com Souza pelo telefone celular mas não conseguiu. A reportagem deixou recado na secretária eletrônica mas o diretor-presidente do Iasp não retornou a ligação até o fechamento desta edição. O secretário de Estado de Trabalho, Emprego e Promoção Social, padre Roque Zimmerman, também foi procurado por telefone mas não foi localizado.
O promotor dos Direitos da Criança e do Adolescente, da Vara da Infância e Juventude de Londrina, Tiago de Oliveira Gerardi, esteve envolvido com audiências durante toda a tarde e, segundo sua equipe, não estaria disponível para falar sobre o assunto. A Folha apurou que a diretoria da sub-seção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) faria uma reunião na noite de ontem onde deveria avaliar o relato feito pelos funcionários do educandário.

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