Curitiba - O diretor do IML, Wagner Luiz do Nascimento, afirmou que teve conhecimento dos laudos falsificados em dezembro e os enviou para o Departamento da Polícia Civil (DPC) e Corregedoria. Os laudos vinham com o pedido de verificação de autenticidade. Em alguns casos, os laudos falsificados eram grosseiros.
Nascimento disse que no caso do laudo obtido pela Folha, a fraude é flagrante. Os legistas que assinaram o laudo não trabalham juntos, não fazem plantão no mesmo dia. O que ajudou a comprovar a falha.
O diretor do IML salientou que existem quadrilhas especializadas nesse tipo de fraude. Para evitar a proliferação, Nascimento quer que a informatização do IML seja agilizada. Ele já está com todo o equipamento necessário, falta a instalação do programa.
O delegado-geral da Polícia Civil, Leonyl Ribeiro, disse que encaminhou as novas denúncias de fraude para a Delegacia de Patrimônio Público. As antigas denúncias, sob poder da Promotoria de Investigações Criminais (PIC), ainda não tiveram denúncias formais. A promotora Cláudia Martins fala sobre o assunto.(L.P.)

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