Diretor da Vigilância nega que houve precipitação
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segunda-feira, 12 de abril de 2004
Janaina Garcia<br>Reportagem Local 
Mesmo sem ter recebido o relatório da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Vereadores de Londrina, representantes de alguns dos órgãos envolvidos na interdição do asilo Ebenézer rechaçaram a idéia de que a medida tenha sido tomada de forma precipitada.
Para o diretor da Vigilância Sanitária de Londrina, Marcelo Viana de Castro, no dia 10 de fevereiro já havia sido pedida uma interdição cautelar, por causa da falta de estrutura e assistência médica de enfermeiros adequadas. ''Enviamos nossos relatórios ao Ministério Público, órgão que os juntou e decretou a interdição. Mas não foi nada precipitado, agimos como seria o normal em uma situação dessas'', avaliou.
A diretora de planejamento da Secretaria Municipal do Idoso, Maria Ângela Santini, era secretária na época da interdição e concorda com Castro. Sobre a renovação do termo de cooperação com o Ebenézer, questionado pela vereadora Sandra Graça (PDT), ela assegurou que isso só feito mediante garantias dadas pelos coordenadores do asilo: ''Esperávamos que cumprissem as determinações dentro dos prazos da Vigilância Sanitária, o que não foi feito'', apontou.
Procurados pela reportagem, representantes do Conselho Regional de Enfermagem (Coren) preferiram não se pronunciar até o recebimento do relatório. O promotor Tiago de Oliveira Gerardi não foi localizado para comentar o assunto.


