Maringá O diretor da Penitenciária Estadual de Maringá (PEM), Antonio Tadeu Rodrigues, disse que nos primeiros meses do governo do Estado houve um período de dificuldades para pagamento de fornecedores, mas a situação já normalizou. Ele afirmou que apesar das dificuldades, os detentos não sofreram qualquer corte de alimentação e nem o cardápio foi alterado com a redução de alimentos como a carne ou o arroz e feijão. ''O governo decretou moratória nos primeiros meses e isso trouxe algumas dificuldades, mas conseguimos conversar com os fornecedores e manter os serviços e a alimentação normal'', explicou.
Apesar da garantia de que os detentos não foram atingidos com as dificuldades de manutenção da PEM, Rodrigues não permitiu que a equipe da Folha fizesse entrevista com os presos.

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