Pela segunda vez, a Comissão de Direitos Humanos da Câmara adiou visita a Curitiba, prevista para amanhã, para apurar a morte de pelo menos 25 testemunhas da atuação do crime organizado no Paraná. O número de vítimas foi levantado pela Promotoria de Investigações Criminais (PIC), e se refere aos últimos seis meses, desde a passagem da CPI nacional do Narcotráfico pelo Estado. A causa seria queima de arquivo.
A justificativa apresentada foi a impossibilidade de o presidente da comissão, Marcos Rolim (PT-RS), viajar a Curitiba amanhã. Ele foi convidado pelo ministro da Justiça, José Gregori, para acompanhar audiência com delegação da Anistia Internacional, que visita o País. O motivo do adiamento anterior –de 12 para 14 de setembro– também foi a impossibilidade da presença de Rolim.
Segundo a assessoria do deputado Padre Roque Zimmermann (PT-PR), integrante da comissão, os deputados visitarão Curitiba na primeira semana de outubro.

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