Direção do IML contesta acusações de eletricista
Direção do IML
contesta acusações
de eletricista
O médico-chefe do Instituto Médico-Legal de Londrina (IML), Antonio Carlos de Queiroz, contestou ontem afirmações feitas pelo eletricista Wilson Aparecido, publicadas na edição de sexta-feira deste caderno (página 1, com o título Sem atendimento eletricista fica revoltado com IML.
O eletricista disse que levou sua filha menor para fazer exames de corpo delito no IML e deixou de ser atendido. Aparecido disse que chegou no instituto às 7h45, mas que os funcionários do órgão só chegaram no local às 8h15. Ele mentiu quando afirmou que os funcionários chegaram às 8h15. Apuramos que todos os funcionários chegaram antes do horário regulamentar, sendo que o atendimento ao público começou às 8 horas, informou Queiroz, em ofício encaminhado à Folha.
Queiroz contestou informação fornecida pelo eletricista de que somente três pessoas foram atendidas naquele dia. Estavam marcados os exames de duas pessoas inválidas e idosas, cujo agendamento foi feito no dia anterior. Ele prossegue: Além disso, cinco outras pessoas chegaram antes do eletricista. No momento em que ele foi atendido pelos nossos funcionários e informado que, pela ordem de chegada, os exames de sua filha ocorreriam no período da tarde, o reclamante, que desde a chegada apresentava-se agressivo e mal-educado, começou a xingar os atendentes do IML, disse Queiroz. Segundo ele, na data o IML fez 16 perícias e duas necrópsias.





