O objetivo do Funrespol, que é presidido pelo secretário de Estado da Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, é reequipar a Polícia Civil. O dinheiro arrecadado vai para compra de armamentos, mobiliários, viaturas, coletes balísticos, reformas nas delegacias e materiais solicitados pelos delegados. Segundo o contador do Funrespol, Sérgio Kaminiski, no ano passado foram usados cerca de R$ 4,5 milhões na compra de coletes, viaturas e mobiliário.
A cobrança das taxas é regulamentada pela lei estadual 7.257 de 1979. A guia de recolhimento é levada pelo próprio policial civil ao estabelecimento. Em Curitiba, quando um comerciante vai tirar um alvará de funcionamento na prefeitura precisa levar uma série de documentos, entre eles a guia da Polícia Civil. A base de cálculo para cobrança é a Unidade Padrão Fiscal do Paraná (UPFPR), que neste ano é de R$ 50,97. Daí cada tipo de comércio paga uma porcentagem, acima ou abaixo de 100, desta taxa.
O secretário executivo do Fundo, Jorge Ferreira, explicou que esta cobrança está determinada na Constituição Federal. Portanto acontece em todos os estados. E cada Unidade da Federação tem uma regulamentação diferente. (A.B.)

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