A solução em desenvolvimento da Telcor permite ao cardiologista ter acesso de qualquer computador ou dispositivo com internet ao eletrocardiograma do paciente, e ainda se comunicar com o médico que está atendendo na outra ponta através de um chat ou webcam em tempo real, integrando ao software a telemedicina de segunda opinião.
Um projeto-piloto da Philips já está em operação em São Paulo no Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) utilizando a plataforma da empresa londrinense. Entretanto, o Paraná seria o primeiro no País a implantar um sistema com network de segunda opinião, destaca o cardiologista Manoel Canesin.
''O sistema de saúde tem que atender ao máximo a pessoa onde ela está'', observa o cardiologista Antônio Nechar, presidente da Telcor. Em São Paulo, o problema da distância entre hospitais acaba superada pelo problema do trânsito caótico, que dificulta o deslocamento. Dentro do projeto ''De peito aberto'', o Brasil servirá de modelo para expandir o conceito de telemedicina a países emergentes.
Para montar uma central de telemedicina cardiovascular é preciso no mínimo um aparelho de eletrocardiograma digital, câmera e computador com internet, afirma Canesin. O software fica disponível na web e para acessá-lo basta fazer o login através de um portal.(M.F.C.)

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