Dia Internacional da Paz
A Assembléia Geral das Nações Unidas determinou que 21 de setembro seria o Dia Internacional da Paz. Para marcar o dia, o secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, convocou todos os povos e nações a respeitar a data e interromper as hostilidades durante 24 horas. ''Vinte e quatro horas não é muito tempo, mas é suficiente para que os líderes mundiais comecem a ouvir seus povos'', disse Annan, antes de fazer tocar o sino da paz, construído com moedas doadas por crianças de todos os continentes.
Annan disse que as 24 horas deverão dar aos que trabalham com ajuda humanitária ''uma pausa segura para prestar seus serviços vitais e oferecer aos mediadores uma base a partir da qual se consiga uma trégua maior e se permita que os que estão envolvidos em conflitos reconsiderem o sentido de seguir adiante com a violência''.
O sino da paz, que contém uma inscrição dizendo ''Longa vida à paz mundial absoluta'', foi um presente do Japão e fica em um pequeno jardim do lado de fora da sede da ONU, em Nova York.
''Greve de pizza''
O aumento do preço de um dos pratos mais famosos do mundo, a pizza, suscitou o original protesto de uma associação de consumidores, que pediu a abstenção dele, hoje, em Roma. A ''greve'' da pizza foi proclamada pela Associação de Consumidores (Aduc) para denunciar a enorme diferença existente entre o custo para se fazer uma pizza, aproximadamente 0,49 euros, e o preço final de 5 euros.
Para a Aduc, a pizza é antes de tudo um prato do ''pobre'', preparado com ingredientes básicos e simples, como por exemplo, tomate e mussarela. ''O preço da pizza está atingindo níveis incríveis'', afirmaram representantes dos consumidores, que consideram que o preço aumentou com a introdução do euro no início deste ano. A associação pede para se consumir, hoje, outros produtos, como o espaguete ou o pescado.
Chuva pré-primaveril
Às vésperas do início da primavera, o céu escureceu e a água veio pesada, sobre Londrina e praticamente todo o Estado. O resultado, infelizmente, o previsível: árvores arrancadas, ruas alagadas, muito barro, sujeira, desconforto.
Não há como impedir chuvas fortes, assim como o ser humano ainda não é capaz de evitar tragédias naturais como tufões, furacões, terremotos. Mas é possível realizar tarefas preventivas, ainda mais quando se vive em uma região que não está sujeita a acidentes naturais muito graves, como ocorre em outros países. É possível, por exemplo, limpar os bueiros, desentupi-los e permitir que possam escoar as águas da chuva. Do mesmo modo, pode-se cuidar das árvores e até abater as que estão em precária situação. Não se faz nada disto, não há qualquer prevenção e o resultado é o que se viu, ontem, depois da chuva.





