Maringá Dois homens suspeitos de estarem envolvidos com o homicídio do auditor fiscal da Receita Federal, José Antonio Sevilha de Souza, praticado no dia 29 de setembro deste ano, foram presos ontem pela manhã, por policiais federais em Maringá.
Segundo informações da assessoria de imprensa da PF de Maringá, a ação ocorreu com apoio de policiais de Londrina e contou com o cumprimento de 13 mandados de busca e apreensão em residências e escritórios da cidade.
Durante as investigações, de acordo com a assessoria, policiais detectaram a prática de diversos outros delitos como extorsão, escutas clandestinas, clonagem de telefones celulares e violação do segredo profissional. As prisões temporárias foram decretadas, não em razão do homicídio, mas pela existência de provas concretas da prática de crime de extorsão, estelionato, escuta clandestina e violação do segredo profissional.
O agente e responsável pelo setor de comunicação da PF, Celso Secolo, disse que por se tratar de um inquérito policial que tramita sob segredo de justiça, os nomes dos envolvidos não podem ser divulgados.
''Trata-se de dois detetives particulares que tiveram as prisões temporárias decretadas. A PF continuará com a investigação para verificar se os suspeitos estão realmente envolvidos com a morte do auditor ou não'', disse.
Morte O auditor José Antonio Sevilha de Souza, de 35 anos, foi assassinado na noite do dia 29 de setembro deste anos, com quatro tiros de pistola 765, no Jardim Novo Horizonte, em Maringá. Naquela época a PF já investigava se o crime tinha alguma ligação com o trabalho do auditor.

mockup