Separar o isopor como material reciclável ainda é dúvida entre os moradores de Londrina. O produto pode ser totalmente reaproveitado como matéria-prima na fabricação de rodapés, molduras de quadro e itens plásticos. No entanto, a falta de indústrias de transformação na região e problemas logísticos para o transporte do material fizeram com que grupos de reciclagem deixassem o produto de lado na hora da coleta.
A analista em gestão ambiental e responsável pelo setor de reciclagem na CMTU, Eliene Moraes, destacou que a coleta do material é retomada aos poucos, numa tentativa de reduzir o montante encaminhado para a Central de Tratamento de Resíduos (CTR). "Ele vinha como rejeito ou como orgânico e era levado todo para lá. Agora estamos apoiando um projeto do Instituto Brasileiro de Florestas (IBF) para a produção de mudas de plantas", explicou Eliene.

Leia mais na reportagem de Viviani Costa, no caderno de Cidades, na edição de amanhã da Folha.

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