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História da telefonia londrinense
Mário Jorge de Oliveira Tavares (foto), atual gerente de regulamentação e interconexão da Sercomtel, desde 1956 em Londrina, acaba de lançar, como já foi divulgado, o seu livro Sercomtel marca de pioneirismo, em que conta a história da telefonia londrinense, desde a instalação do primeiro aparelho telefônico, em 1932, pela Cia. de Terras do Norte do Paraná. Era um telefone a manivela, interligado na linha telegráfica da Estrada de Ferro São Paulo-Paraná. Na medida em que a colonização avançava aqui na região, vinha também a linha férrea e o telefone magneto. Como somente em 1947 é que foi instalada a central telefônica da Cia. Nacional, Mário Jorge apurou que a Santa Casa de Londrina, inaugurada em 1944, usava um método criativo para chamar os médicos da cidade em caso de emergência: acendiam um lampião na torre do hospital. Era a senha combinada entre eles. No caso de cirurgia urgente, acendiam uma luz vermelha. A empresa de energia elétrica de Londrina, por sua vez, não desligava os geradores à noite, como era de costume, toda vez que a luz vermelha estivesse acesa na Santa Casa. Era sinal de alguém estava sendo operado. Com a vinda da Companhia Telefônica Nacional tudo ficou mais fácil.
Qual o número, por favor?
Com a chegada do manual, você pedia o número para a telefonista. Às vezes o usuário esperava bastante para ser atendido. Até que a Sercomtel foi criada pelo prefeito José Hosken de Novaes em 64 e inaugurada em 68. Trouxe a modernidade, o telefônico automático. O primeiro aparelho foi reservado pelo londrinense Julio Pongelupe (já falecido). Acabou sendo adquirido pelo empresário Abilio Wolff Junior. Na seqüência, o prefeito Dalton Paranaguá criou a telefonia rural. As centrais eletrônicas, que substituíram as mecânicas, chegavam na administração de Wilson Moreira.
O telefone celular
A telefonia celular chegou a Londrina em 1992, com o prefeito Antonio Belinati. Londrina foi a primeira cidade do interior do País e a quarta do Brasil a oferecer este tipo de telefone à população. O digital chegou em 1996, quando Luis Eduardo Cheida era o prefeito. Foi o pioneiro na América Latina. E agora, com Nedson Micheleti, chegou o celular GSM. Mário Jorge disse a esta coluna que fez o livro como gratidão à empresa onde trabalha há 33 anos, onde aprendeu muito e tem grandes amigos. A publicação está sendo distribuída pela Sercomtel a seus funcionários, bibliotecas, escolas em geral e a órgãos de comunicação.
- Uma tenda especialmente decorada mostrará o que a Bordignon e a Roca traz de novidades em seus produtos para residências, durante o grande show Royal In Concert, sábado próximo, no Royal Park.
- Serão encerradas sexta-feira, às 17 horas, as inscrições para
o concurso do cartaz em comemoração aos 70 anos da cidade, com o tema O povo que fez e faz Londrina, que é uma promoção do Museu Histórico de Londrina e Sociedade Amigos do Museu. O melhor trabalho receberá um prêmio de dois mil reais.
Coq da Gastroclínica
O médico Luis Carlos Miguita, a senhora Mildred Bueno e o casal Eidy e Darci Machado estiveram entre os muitos amigos dos diretores da Gastroclinica, que foram abraçá-los, pelos 30 anos de aividades. O coquetel esteve dos mais movimentados e Issamu Onishi, Milton Ogawa, Ricardo Nakamura e Sérgio Hirata cercaram os convidados de gentilezas
Unifil no Colégio Canadá
A Universidade Filadélfia alugou a ala do Colégio Canadá em que funcionava a Faculdade Metroplitana-IESB. Como se sabe, esta última está se transferindo para seu campus próprio, que será aberto dia 16, com as aulas das turmas deste ano. O professor Daniel Hatti, disse-me que o Colégio Canadá mantém seus cursos de primeiro e segundo graus, onde sempre esteve. A Unifil vai para a ala que foi construída para a Metropolitana. Tanto que as aulas das turmas do Canadá serão iniciadas dia 9 vindouro. Menos para o chamado terceirão.
Cinco toca-cds são furtados por dia
É a média de furtos em Londrina: cinco toca-cds são tirados de automóveis todos os dias em Londrina, disse-me um policial. Os prejuízos são enormes pois os ladrões, que agem de dia e de noite, arrebentam maçanetas, portas, quebram partes de dentro do veículo e etc. Isso aconteceu, ontem, em dois Golfs, entre 13 e 14 horas, na rua Alagoas, entre Higienópolis e Hugo Cabral.
O pior: há receptadores. Os ladrões vendem por ninharia, aparelhos que custam de 500 a mil reais. A cidade continua despoliciada e a população, que paga impostos cada vez mais caros, sofre as conseqüências em suas vidas e patrimônios. Há uma solução: é todo mundo não comprar mais toca-cd. Nem esses que os ladrões oferecem em troca de 50 e até 20 reais...





