DESTAQUE SOCIAL - OSWALDO MILITÃO
Francisco Horta é sempre uma aula de esportividade
Quando presidente do Fluminense (o mais famoso de todos), o juiz Francisco Horta, professor de direito, sempre dizia aos jogadores e à torcida das Laranjeiras: 'Nosso lema é vencer ou vencer!'. Hoje, o ex-juiz da Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro, o homem que conseguiu junto ao ministro Ney Braga (começou com o Mobral, num jogo do Fluminense contra o Bayern de Munich em 75) que os clubes de futebol pudessem fazer divulgação nas camisas, é o ouvidor da CBF para o Campoeonato Brasileiro da Série B e está em Londrina desde ontem. Afirma hoje em dia que ''é mais importante aprender primeiro, saber perder, para depois saber ganhar''. Presenciará a partida com o Botafogo, logo mais à noite. Retorna amanhã ao Rio. Ontem, almoçou com o anfitrião Iran Campos dos Santos e outros dirigentes do alvi-celeste. Presentes também Peter Silvas, que dirige a Futebol Brasil Associados, Milton Cassitas, da assessoria de marketing, do jornalista Marcelo Militão, da CNT, e este colunista. Relembramos com Francisco Horta a reunião-jantar, grande festa, que aconteceu em Londrina na sede da Cervejaria Skol e onde estiveram presidentes dos principoais clubes do Brasil. Tenho até hoje a flâmula que ele me deu na sede do Fluminense, quando estivemos em Álvaro Chaves. Durante o almoço, rememorando os fatos do futebol, ele deu-nos uma verdadeira aula de esportividade e de marketing esportivo.
Jurandir Barrozo e Sérgio Rolla, diretores do Londrina, que ouviram de Horta muitos elogios para o tabalho esportivo-social desenvolvido pela Londrina Junior Team. Vocês deveriam ser homenageados pelo governo, declarou ele.
Júlio Lemos e Iran Campos, vice e presidente da Londrina Junior Team, e diretores do Londrina, com o Francisco Horta, ouvidor geral da CBF para o Campeonato Brasileiro da Série B. Estará hoje à noite no Estádio do Café.





