Vida muito cara na Europa
Quem chega dos países da Comunidade Européia, onde o euro está valendo mais do que o dólar, informa que a vida ficou muito cara no Velho Mundo com a chegada da nova moeda. Na Grécia o preço dos hotéis simplesmente dobraram. Em Londres, a libra está custando R$ 5 e, por isso, um almoço de pratos árabes, dos mais simples, com refrigerante ou cerveja, não custa menos do que 20 libras por pessoa, cerca de R$ 100, sem sobremesa. Na Itália, os preços de hotéis e restaurantes extrapolaram. Um dois ou três estrelas custa entre 110 e 130 euros, o que dá mais de R$350 por dia.
Estados Unidos dificultam
mais os vistos a turistas
E fica cada vez mais difícil de se obter vistos para viagens de turismo aos Estados Unidos. Tudo por causa do terrorismo dos militantes da Al Qaeda que, em 11 de setembro de 2001, destruiu as famosas torres gêmeas e matou cerca de cinco mil pessoas. Como ainda há ameaças de novas ações do grupo de Osama Bin Laden, todo mundo paga o pato. Agora quem quiser ir à Disney, por exemplo, não pode mais obter visto via despachante ou agência de turismo. Terá que ser entrevistado no Consulado dos EUA em São Paulo ou no Rio. Ou ir à Embaixada, em Brasília. Se alguém quiser visitar Washington, então, passa por uma rigorosa revista antes de entrar no avião, meia hora antes de chegar. Tem que ficar imóvel no avião ou será detido e, na chegada, passa por outra revista. Mesmo assim há pelo menos 400 pedidos diários de vistos para os Estados Unidos no Consulado em São Paulo. Porque ainda é mais barato ir a Miami e Orlando ou Nova York, do que a qualquer país europeu de primeiro mundo.

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