DESTAQUE SOCIAL - OSWALDO MILITÃO
Os abraços da próxima semana no Hospital Evangélico serão para os seguintes médicos aniversariantes: Junot Cordeiro, Marcos Aparecido Cabreira, Marcelo Rosa Gameiro, Vladmir Garcia, José Carlos Shcaefer, Luis Parellada Ruiz, Francisco Deda José Marquezine, Cássia Regina Nogueira, Marta Miyazawa, Antonio Paulo Alessandrino, Ricardo Bastos Resende, Ivete Yamaguti e Cláudio Choiti Hatanaka.
-- O empresário Bruno da Silva Draghi acaba de assumir, em Curitiba, a presidência da Associação Brasileira de Restaurantes e Empresas de Entretenimento. Seu mandato vai até 2005.
-- A reitora da UEL, Lygia Pupatto, está convidando para a solenidade de colação de grau dos formandos do periodo letivo de 2002. Será nos dias 9 e 10 de maio, sempre às 20 horas, no ginásio Moringão.
-- Divulgando o programa 'Paraná Bom Emprego', o secretário Luis Guilherme Gomes Mussi, da Indústria e Comércio do Estado, visitou a industria de Alfons Gardemann, que hoje emprega 1.250 pessoas na Pado. Com ele, estavam Manoel Garcês, Daniel Godoy Junior, Jorge Guerra, João Perci e Edgar Felicetti, todos
do governo do Paraná.
-- A coluna ouviu que uma nova churrascaria foi convidada a se instalar no Catuaí. E que o espaço ocupado por três restaurantes seria dividido entre ela e o Bella Itália. Ficaria um número maior de mesas para todos. A idéia é muito boa.
-- Um conhecido escritório de advocacia trabalhista de Londrina começa a receber precatórios, isto é dinheiro de causas já ganhas, a maioria de bancos, e que agora começam a ser pagas. Dizem nas rodas dos advogados que este escritório tem mais de R$ 100 milhões para ser creditado em sua conta.
-- Mas dizem também que os tempos das 'vacas gordas' estão acabando na Justiça do Trabalho. As causas que estão chegando são bem mais, digamos, 'magrinhas'.
Tanto que alguns advogados trabalhistas já estão atuando em outras áreas.
-- Pergunta ouvida na Câmara Municipal de Londrina: 'Quando é que Tamarana vai promover uma exposição de produtos agrícolas colhidos nas propriedades rurais invadidas e desapropriadas e entregues aos ex-sem-terras? Porque de 12 anos para cá eles devem ter produzido alguma coisa bem pálpavel. Ou não?





