Despreendimento é característica dos estrangeiros
‘‘Estamos vivendo num turbilhão de inteligência. No mesmo espaço temos pessoas de formações diferentes, com experiências de vida tão ricas e com despreendimento para se dedicar à sociedade’’, diz o Ouvidor João Elias de Oliveira. Despreendimento é realmente uma característica de todos.
Alfredo Gadea Sancho, economista, trabalhava em uma companhia de transporte marítimo na Espanha, quando resolveu que queria ir para a América, ‘‘por fascinação e por um compromisso com a pobreza’’. Foi voluntário em Honduras, e agora veio ao Brasil. O também economista e espanhol, Benjamin Gamero, de 37 anos, passou pelo Chile e Estados Unidos, mas sempre quis vir ao Brasil. Já o antropólogo Rye Izawa, do Japão, queria colaborar com o desenvolvimento da América Central e do Sul, em especial com o Brasil.
Além dos 15 voluntários, o corpo de estrangeiros que passa diariamente pela Ouvidoria é enriquecido por pessoas que vivem em Curitiba, mas que se oferecem para ajudar. É o caso de um grupo de francesas, esposas dos executivos da Renaut.(M.G.)

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