Desempregado presta depoimento sobre morte de mulher
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terça-feira, 06 de abril de 2004
Lúcio Flávio Moura<br> Reportagem Local 
Arapongas O delegado Sérgio Luiz Barroso, de Arapongas (37 km a oeste de Londrina), marcou para hoje o depoimento de familiares do desempregado Fabiano Marchi Vieira de Gouveia, marido da dona de casa Marisol Lopes Machado Gouveia, morta no início da madrugada de domingo em sua casa, na Vila São João. A dona de casa, grávida de oito meses, foi degolada e também levou uma facada nas costas.
Em seu depoimento ontem, o marido disse que na noite que antecedeu o assassinato, eles jantaram com a irmã e o cunhado de Marisol. Logo depois, quando os convidados já haviam deixado a casa, Gouveia foi buscar uma outra irmã de Marisol.
''Ele disse que a intenção era que a irmã passasse o domingo com a gestante já que pela manhã ele viajaria para Maringá a fim de vender um carro'', relatou o delegado. Esta irmã foi a primeira pessoa a ver a cena do crime.
Ontem foram ouvidas as duas irmãs de Marisol. Barrozo trabalha com duas possibilidades: latrocínio (foram levados R$ 8,3 mil em dinheiro acumulados pelo casal em três anos de trabalho em Portugal e um vídeo-game de última geração) e homicídio premeditado. Sobre esta hipótese, a polícia não deu mais detalhes.


