Enquanto permanece o impasse entre prefeitura e Infraero, os empresários de Londrina continuam tendo problemas com a realização de negócios com outros pólos comerciais e industriais do País. ''Eu mesmo perdi vários negócios devido ao aeroporto estar fechado. Existem fundos mantidos com as taxas cobradas pela Infraero que podem ser resgatados em situações como essa. Está faltando competência para os interessados correrem atrás dos recursos'', lamentou o presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), David Dequech.
Levantamentos apontaram que 174 vôos foram cancelados desde o início do ano (14.405 efetivados) e que as operações foram suspensas durante 138 horas. Se o aeroporto de Londrina contasse com o ILS, o índice baixaria para 57 horas. A principal vantagem dos novos equipamentos seria a possibilidade de decolagens mesmo em dias que não há ''teto'', desde que haja 600 metros de visibilidade de pista.

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