A direção da empresa Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL) registrou queixa, ontem, na Polícia Civil, após ter a confirmação da falsificação de passes urbanos. As suspeitas surgiram na semana passada depois que um equipamento no setor de conferência da empresa detectou diferença em algumas unidadesem relação aos originais. Mas somente depois que uma gráfica comprovou a falsificação que a empresa decidiu procurar a polícia.
Segundo o gerente da TCGL, Gildalmo de Mendonça, ainda não se sabe a quantidade exata de passes que foram falsificados por isso não é possível mensurar os prejuízos. Ele afirmou que essa não é a primeira vez que ocorrem falsificações. Em dezembro de 2000 e em março desse ano, a empresa também foi lesada. A diferença, conforme ele, é que dessa vez a falsificação foi mais grotesca. A gráfica constatou que a tonalidade verde do passe falsificado é mais escura que a original. Além disso, os passes falsos impressos por uma impressora comum em papel sulfite.
Mendonça alertou aos usuários para que comprem passes e vales-transportes apenas nas lojas autorizadas e nos guichês do Terminal Urbano. Ele observou que os passes podem estar sendo comercializados por pessoas infiltradas entre os ambulantes que trabalham nas proximidades do Terminal. O gerente acrescentou que a empresa não estará trocando passes falsos que ainda estejam com os usuários. A polícia esteve ontem no Terminal, mas não encontrou ninguém com passes falsos.

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