- Depois dos 70, o maior desejo é ficar em casa, comer na hora certa, dar ao corpo o descanso que ele pede e exigir das mãos apenas o necessário para que não enferrujem. Mas por aqui depois dos 70 a vida continua exigente, sobram contas para o dinheiro parco. Não há outra saída. Como outras milhares, ela recorre às lembranças da infância - quando a técnica do cuidadoso trançar de linhas era ensinada como simples brincadeira - e ao comércio informal para garantir a sobrevivência. (Silvana Leão)

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