O desaparecimento de Joseane Pereira de Moraes, 9 anos, de Cambé, completou um mês hoje (3) sem novas pistas sobre o paradeiro da menina. Segundo a delegada do Serviço de Investigações de Crianças Desaparecidas (Sicride), Daniele de Oliveira Serighelli, até o momento, 15 pessoas prestaram depoimentos e várias outras já foram ouvidas informalmente.

Entre os ouvidos estão familiares, amigos, vizinhos, pessoas da igreja e comerciantes próximos à casa de Joseane. Imagens de câmeras de segurança também foram analisadas, mas até agora as investigações não chegaram a nenhum resultado concreto, informou a delegada. De acordo com Daniele, o Sicride não recebeu muitas denúncias, mas todas foram investigadas.

Daniele diz que a hipótese de Joseane ter participado de uma festa de confraternização de catequese em uma igreja próxima à sua casa, onde a menina teria dito à mãe que gostaria de ir, foi descartada após ninguém ter confirmado que a viu no local. A versão de um menino que teria visto a garota dentro de um carro com outras duas mulheres também foi derrubada, já que ele não conseguiu dar mais detalhes para o retrato falado ou sobre o modelo do veículo.

Diante dos fatos, a delegada afirma que o mais evidente é que Joseane tenha desaparecido durante a tarde, por volta das 15h. O sumiço também deve ter ocorrido no trajeto de sua casa até a igreja. No percurso, há uma praça, no entanto, ninguém afirma ter visto a garota no mesmo dia, horário e local.

Segundo Daniele, existem informações sobre o caso que estão sendo apuradas, mas não podem ser divulgadas para não prejudicar a sequência das investigações. Enquanto o paradeiro de Joseane não é descoberto, a equipe de investigação pede que a população continue informando a polícia sobre qualquer suspeita. As denúncias podem ser feitas, preferencialmente, pelos telefone do Sicride: (41) 3224-6822 e (41) 3224-6822.

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