O procurador jurídico do DER, Maurício Ferrante, disse ontem que o órgão não requereu à Polícia e Marinha qualquer ação para impedir que barcos de pescadores saíssem de seus atracadouros e se aproximassem da área do derrocamento para impedir as explosões. Ferrante admitiu que a direção do DER soube antecipadamente que os pescadores poderiam ocupar a área e até mesmo a ponte em construção. ‘‘Apenas comunicamos que havia necessidade de ser garantida a segurança’’, assegurou.
Segundo o procurador, o DER sempre considerou a possibilidade de ampliar a indenização, desde que comprovados prejuízos concretos além da faixa do derrocamento. Para avaliar a questão, a Universidade Estadual de Maringá deve produzir um lado sobre o comportamento da ictiofauna.
Ferrante informou que no dia 4 de agosto será realizada audiência no Fórum de Guaíra para tentar uma conciliação entre o órgão e os pescadores.

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