A depredação de telefone público (orelhão) em Maringá está preocupando a gerência da Telepar na cidade. O grande número de aparelhos depredados durante o mês dificulta o trabalho de recuperação e reposição em curto espaço de tempo. Algumas localidades ficam sem telefone público por mais de uma semana.
Segundo o assessor de imprensa da companhia, Darcy Thomaz, existem em Maringá, Sarandi, Paiçandu, nos distritos de Iguatemi e Floriano 1.565 telefones públicos instalados. Em média, 15% deles são depredados mensalmente. Em Maringá e Sarandi, as depredações ocorrem com mais frequência e das formas mais absurdas.
Há casos de monofones arrancados, de destruição do cofre do aparelho devido à tentativa de colocar à força cartões já usados e até de colocação de fogo na cabine telefônica.
Para consertar os aparelhos, a Telepar gasta R$ 40 mil por mês. ‘‘O dinheiro sai da própria comunidade, que poderia estar sendo melhor servida se a Telepar investisse este recurso na expansão do serviço’’, informou Thomaz. As campanhas de conscientização, segundo o assessor, não têm surtido o efeito desejado. Em reuniões com presidentes de associações de bairros e líderes comunitários, os diretores da companhia buscam parcerias para a preservação do patrimônio público.

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