Depois de pronta, avenida vai suportar trânsito por 50 anos
Com a conclusão das obras da Avenida Ayrton Senna, a direção da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) espera ter a solução para o descongestionamento do tráfego na Avenida Higienópolis, atualmente o único acesso para a Zona Sul de Londrina. Segundo o diretor de Trânsito e Fiscalização da CMTU, Álvaro Grotti, a principal avenida da cidade tem o fluxo de veículos agravado nos finais de semana e em horários de pico, problema que seria resolvido pelos próximos 50 anos com a conclusão da nova via.
Na solenidade de assinatura da ordem de serviço para início das obras, em abril do ano passado, o então presidente da companhia e atual secretário de fazenda, Wilson Sella, estimou que a nova avenida capitalizaria 80% do fluxo de carros das avenidas Higienópolis e Madre Leônia nos horários de pico, o correspondente a 2,4 mil veículos por hora.
''Será uma avenida de grande importância para a região, pois vai ter fluxo rápido. Com esta capacidade, acredito que ela vai suportar o crescimento de Londrina na Zona Sul por pelo menos mais meio século'', teorizou Grotti. Ainda segundo o diretor, a companhia encomendou um projeto de readequação do cruzamento da Avenida Maringá com a Rua Prefeito Faria Lima junto Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (Ippul) no ano passado. ''Aquele cruzamento tem um semáforo de quatro tempos, retendo muito o trânsito da região. Com abertura da Ayrton Senna, o fluxo no local deve se intensificar e, do jeito que está, o cruzamento não vai suportar'', afirmou. (A.M.)





