Maringá - A Polícia Civil de Maringá deveria ouvir ontem à noite o dentista Roberto Saião, de Londrina, apontado pelo empresário Hélcio Celso Marroni, como a pessoa que estaria com a arma utilizada no assassinato do médico cardiologista Francisco de Assis Coimbra Júnior. O empresário e outras duas pessoas foram presas anteontem pela polícia acusadas de envolvimento na morte do médico. O crime ocorreu em julho de 1998.
Marroni foi preso porque um exame de balística realizado no projétil encontrado no corpo do médico apontou como sendo de uma pistola 765 de propriedade do empresário. Há cerca de um ano a arma foi apreendida, mas o resultado do exame só saiu na semana passada.
Segundo o delegado-adjunto da 9 Subdivisão Policial de Maringá, Nilson Rodrigues, responsável pelo inquérito, Marroni disse em interrogatório informal que a arma estava com o dentista na época do crime. A polícia ainda vai marcar o interrogatório do empresário e dos outros dois presos, Euclides Barbosa e Claudionor Ferreira Barbosa. Claudionor trabalhava com o empresário na época do crime e era proprietário do Ômega visto nas proximidades da clínica no dia do desaparecimento do médico. Já Euclides é apontado como sendo a pessoa quem dirigiu o carro. Os três permanecem na cadeia da 9 SDP de Maringá.

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