O delegado da 10ª Subdivisão Policial de Londrina, Jorge Barbosa, solicitou à Justiça mais um prazo de 30 dias para dar continuidade às investigações que apuram a morte do empresário Júlio Cesar Marino. Ele foi morto com quatro tiros, em dezembro do ano passado, na entrada de sua casa, no centro da Cidade.
Por falta de policiais, as investigações estão sendo feitas lentamente. Quatro testemunhas viram o crime e descreveram o assassino para que a polícia confeccionasse o retrato falado dele. Até ontem a polícia continuava sem pistas do criminoso.
A polícia chegou a vários nomes de prováveis assassinos por intermédio de informações passadas por terceiros, sem êxito. J. Marino era proprietário e diretor-presidente da Cotam, em Rolândia. A polícia trabalha com a hipótese de que o empresário tenha sido executado, já que nada foi roubado da casa. Na ocasião, o caseiro Nelson Silva também ficou ferido. Ele foi atingido na perna por um tiro.

mockup