Para ter um pouco de folga neste ano, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) teria que receber cerca de R$ 80 milhões do governo estadual. ‘‘Com este termo de autonomia que assinamos, o governo nos assegurou o mesmo montante do ano passado, isto é R$ 77,8 milhões anuais que servem para pagar o pessoal - 2.378 servidores e mais 1.381 professores -, para custeio e investimento. Com certeza este dinheiro não será suficiente’’, explicou o professor e assessor de planejamento da instituição Néio Lúcio Peres Gualda.
Segundo ele, em 98 o governo repassou R$ 500 mil para custeio; R$ 77,3 milhões foram gastos com o pessoal. Não sobrou dinheiro para investimentos. Os recursos captados pela UEM através de seus laboratórios são investidos na manutenção dos mesmos e na compra de novos e necessários equipamentos, assegurou Gualda.
Ele lembrou que este ano houve um crescimento vegetativo da folha de pagamentos em torno de 5%: são os quinquênios a que os professores e funcionários têm direito (cerca de 5%) e o reajuste daqueles que conseguiram títulos de mestres (50%) e doutor (75%).

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