Defasagem da UEM chega a quase R$ 3 milhões
PUBLICAÇÃO
sábado, 15 de maio de 1999
Marccio W. Varella 
Para ter um pouco de folga neste ano, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) teria que receber cerca de R$ 80 milhões do governo estadual. Com este termo de autonomia que assinamos, o governo nos assegurou o mesmo montante do ano passado, isto é R$ 77,8 milhões anuais que servem para pagar o pessoal - 2.378 servidores e mais 1.381 professores -, para custeio e investimento. Com certeza este dinheiro não será suficiente, explicou o professor e assessor de planejamento da instituição Néio Lúcio Peres Gualda.
Segundo ele, em 98 o governo repassou R$ 500 mil para custeio; R$ 77,3 milhões foram gastos com o pessoal. Não sobrou dinheiro para investimentos. Os recursos captados pela UEM através de seus laboratórios são investidos na manutenção dos mesmos e na compra de novos e necessários equipamentos, assegurou Gualda.
Ele lembrou que este ano houve um crescimento vegetativo da folha de pagamentos em torno de 5%: são os quinquênios a que os professores e funcionários têm direito (cerca de 5%) e o reajuste daqueles que conseguiram títulos de mestres (50%) e doutor (75%).


