Decreto será analisado
Decreto será analisado
O ex-presidente da Administração de Cemitérios e Serviços Funerários de Londrina (Acesf), Gustavo Santos, que assinou em fevereiro o decreto de privatização juntamente com o prefeito Belinati, afirma que o documento significa um avanço para a população da cidade. É a privatização, sim. E ela vai ser boa para Londrina, que deve estar aberta para um futuro grande. Novos cemitérios são uma necessidade urgente. Os particulares que têm capacidade técnica devem operar o sistema, comenta.
Segundo Santos que há 10 dias assumiu a Companhia Municipal de Urbanização (Comurb) , os cemitérios municipais estão quase que totalmente lotados e o Município não tem mais capacidade de investimento. A demanda é grande. Nossos cemitérios não darão mais conta da necessidade daqui a um ano. Londrina já tem um cemitério particular antigo. Curitiba tem 18; outras grandes cidades como São Paulo já privatizaram o setor há muitos anos, ressalta. Ele não quer discutir a questão da legalidade do decreto. Se há inconstitucionalidade no texto do decreto, ele deve ser revogado e ser substituído por outro, comenta.
O novo presidente da Acesf, Marcos Colli, diz que ainda não conhece o teor do decreto de privatização. Estou aqui há pouco mais de uma semana. Ainda não tive tempo de tomar pé de tudo. Pedi relatórios aos diretores, que devem estar prontos na próxima semana, diz.
O secretário municipal de Governo, Sidnei de Oliveira, também não se pronunciou sobre o assunto ontem. Através da assessoria de imprensa da prefeitura, ele avisou que aguarda uma análise dos advogados da prefeitura para falar, talvez hoje, sobre a questão. (O.C.)





