Decisão na UEL é também de continuidade da paralisação
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segunda-feira, 19 de junho de 2000
Silvana Leão De Londrina 
Professores, funcionários e alunos da Universidade Estadual de Londrina (UEL) realizaram assembléia conjunta ontem à tarde e também decidiram pela continuidade da paralisação.
Pela manhã, a assembléia separada dos funcionários do Hospital Universitário (HU) e do Hospital das Clínicas (leia texto nesta página) foi marcada pela divergência de opiniões em relação à continuidade do movimento. À tarde, porém, a maioria votou pela continuidade da paralisação.
Professores e estudantes estão entrando na terceira semana de greve. Já os funcionários do HU e do câmpus universitário completaram ontem uma semana de mobilização.
O governo do Estado condicionou a negociação ao retorno das atividades e está ameaçando não repassar o dinheiro dos dias parados na folha de pagamento dos salários dos grevistas. A direção do movimento argumenta que, juridicamente, a medida é ilegal.
Entendemos que o servidor tem o direito à greve e para suspender os salários, primeiro o movimento teria que ser julgado ilegal, disse Evaristo Colman, diretor da Associação dos Docentes da UEL (Aduel).
O comando de greve não descarta a possibilidade de recorrer à Justiça para garantir o pagamento dos salários.


