Há 12 anos, a manicure Rosana Aparecida Silveira se tornou evangélica. Ela não atribui isso à decepção que teve com um sacerdote católico, mas diz que foi esse momento que lhe deu força para mudar de vida. ''Eu estava com depressão. Meu marido chamou um padre para conversar comigo. As palavras dele me pesaram muito, me senti acusada, frustrada. Ele me disse que eu tinha um esposo bom, filhos lindos e que não tinha direito de ficar deitada no sofá, triste como eu estava. Não foi um conforto. Eu me senti mais culpada. Naquele momento vi que o padre não tinha preparo para me orientar. Foi aí que decidi não buscar as respostas nos homens, mas em Deus.''
Já a professora universitária, Flávia Frutos, afirma encontrar em seu pároco uma orientação contínua. ''Para minha família, o padre representa muito e exerce importante papel no direcionamento de nossa casa. Nosso pároco, Monsenhor Bernard Gaffa, é um exemplo de pastor e sempre que precisamos de uma orientação procuramos suas palavras, pois ele sempre busca nos atender com muito carinho e atenção. A sabedoria de seus conselhos é como uma luz que indica o caminho a trilhar'', afirma. (B.M.)

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