Debate toma lugar das brincadeiras do tempo de criança
Brincalhona, Adébora Alves da Silva diz que gostaria de ser tímida. Mas não consigo. Quando vejo já estou conversando com todo mundo e fazendo novas amizades, afirma.
Ela cursa o primeiro ano do segundo grau à noite e a disciplina que mais gosta é português.
Sobre as brincadeiras que foi obrigada a interromper para trabalhar na roça, Adébora afirma que a que mais gostava era a de roubar bandeiras.
Atualmente ela já não brinca mais e aproveita as horas de folga para participar dos encontros que debatem e denunciam a exploração infantil.
Quando está em Amaporã, Adébora visita a casa de amigos e só demonstra um pouco de timidez quando a pergunta é sobre um possível namorado: Não tenho não, garante a trabalhadora rural.





