Errante, o cão – que não usa guarda-chuva e nem tem toalha para se enxugar – se sacode como pode. Indiferente às pessoas que passavam pelas proximidades, ele ‘‘mergulhou’’ numa poça d‘água e pôs em prática algo que é comum na espécie: o inconveniente chacoalhar para se livrar da água. Azar de quem no momento estava perto. Neste dias de chuva, com certeza alguém chegou em casa e ouviu aquela absurda reclamação: ‘‘Você está com cheiro de cachorro molhado!’’ (Walter Ogama)

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