Imagine você sem um endereço de e-mail, sem um telefone celular ou então deixando o aparelho de mp3 de lado para escutar um disco de vinil.

Este estilo de vida, para estudante de Direito Rayssa Furlanetto, 21 anos, é praticamente impossível, já que a jovem admite que não consegue ficar longe do smartphone nem quando está dentro de casa.

''Eu me considero superconectada. Praticamente abandonei o telefone fixo e o computador, já que posso fazer tudo pelo celular'', conta Rayssa, que por inúmeras vezes já se pegou ''acessando as redes sociais'' em uma roda de amigas.

Já o jornalista Leandro Hammerschimdt, de Curitiba, mantém firme a decisão de não ter um celular. ''Não gosto de ser encontrado a todo momento. É uma questão de escolha.''

Para a psicóloga Elci da Silva, mestre em Psicologia Social e da Personalidade, existem dois lados a ser pontuados nestes estilos de vida tão opostos.Saiba mais na reportagem de Micaela Orikasa.

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