CVV quer construir sede própria
O Centro de Valorização da Vida (CVV), de Londrina, está lançando uma campanha de doação para construir sua sede própria. A entidade ganhou o terreno da prefeitura mas não dispõe de recursos para a obra. Ainda não sabemos de quanto vamos necessitar. Certamente não é pouco e não dispomos de nada, diz a coordenadora do CVV, Neusa Lopes Cursino. Por isso, é necessário que a comunidade se sensibilize e faça doações, diz. Ela destaca a importância do trabalho voluntário desenvolvido pela entidade para a prevenção do suicídio.
O CVV-Londrina conta com o trabalho de 36 voluntários, que dedicam quatro horas e meia por semana no atendimento a cerca de mil casos por mês. Mas para atender adequadamente, precisaríamos de pelo menos 60 voluntários, revela Lucília de Freitas Pedrosa, voluntária há 18 anos e uma das fundadoras do CVV local.
A campanha de arrecadação do CVV apresenta três etapas. Uma, para doações de materiais de construção. Outra, o livro de ouro, para doações em dinheiro. E a terceira, promoção de venda de pizza. Evidentemente que nossa grande expectativa é para as doações de material de construção e em dinheiro. A venda de pizza já é tradicional, pois representa a principal fonte de renda para a nossa manutenção, detalha Neusa Cursino.
Os projetos arquitetônico e estrutural, desenvolvidos voluntariamente pela arquiteta Delci Cruciol e pelo engenheiro Alexandre Aching, ainda não estão prontos. Mas, de acordo com Neusa, deve prever uma área de aproximadamente 70 metros quadrados. Precisamos criar condições para que as pessoas tenham privacidade, pois alguém que procura atendimento do CVV não quer se expor nem se encontrar com outras pessoas, detalha Neusa.Paulo WolfgangNeusa, na área onde será erguida a sede: Sensibilizar comunidadeÁureo Nogueira





