Curitiba - A cada mês, estima-se que sejam realizados 3,3 mil exames de HIV (Aids) na cidade. Esse número inclui, além das unidades de saúde, os testes feitos nas gestantes participantes do programa Mãe Curitibana e no Centro de Orientação e Acompanhamento (COA), local voltado ao tratamento das doenças infecto-contagiosas, principalmente a Aids. Nesse local não é preciso fazer o cadastramento, lá também é realizado o teste rápido, cujo resultado sai na mesma hora.
A adesão da capital à campanha nacional promovida pelo Ministério da Saúde em parceria com os estados para estimular a população a fazer o teste de HIV aparece nas faixas que foram colocadas nos postos de saúde do município. A cidade conta com uma rede de atenção que envolve o diagnóstico precoce, monitoramento dos infectados e tratamento com infectologistas.
Segundo a superintendente de gestão da secretaria municipal de Saúde, Eliane Chomatas, a faixa alertando para a campanha é um estímulo extra para que os os moradores da capital façam o teste e tirem a dúvida. A cidade foi pioneira na testagem em gestantes, em 1999, e na descentralização dos exames, que a partir de 2001 passaram a ser realizados em todas as unidades de saúde, que hoje somam 110 postos. Para fazer o exame nesses locais é preciso estar cadastrado e residir na área de abrangência do posto.
Entre 2003 e 2005 o Ministério da Saúde promoveu em diversos pontos do Brasil a testagem desse exame. Em abril de 2006 foi feita uma campanha de testagem rápida no muncípio, onde foram realizados 9 mil exames.
Estima-se que cerca de 1% dos pacientes que compareceram aos serviços de testagem das unidades da prefeitura são postadores do vírus HIV. Em todo Paraná, seriam cerca de 20 mil infectados.

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